Governo do Distrito Federal
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4/10/19 às 16h55 - Atualizado em 4/10/19 às 16h56

Ação da Sejus em escola de Brazlândia aborda consequências do uso de drogas

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Estudantes e professores vivenciaram, em uma roda de conversa, os problemas, as consequências e algumas sequelas provenientes do uso e abuso do álcool e de drogas como a maconha, o crack e o narguilé. A atividade, da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus), deu-se no Centro Educacional Irmã Maria Regina Velanes Regis, em Brazlândia, com 120 estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e culminou em uma dinâmica de perguntas anônimas, elaboradas pelos participantes e depositadas na “caixa da prevenção”. A ONG Federação Amor Exigente também participou da ação.

 

A técnica de perguntas anônimas foi a estratégia utilizada pela Subsecretaria de Enfrentamento às Drogas da Sejus para criar uma situação de confiança com a comunidade escolar. As perguntas foram respondidas pela equipe de profissionais presentes por meio de uma linguagem acessível, o que resultou em uma ação bastante proveitosa.

 

Dentre as perguntas, foram apontadas dúvidas quanto aos reais efeitos da maconha e do narguilé no organismo. Também foram questionados alguns comportamentos humanos após o consumo de substâncias psicoativas.

 

Roberto Cavalcanti, da Federação Amor Exigente, discorreu sobre o papel da família no contexto da drogadição, incluindo a falta de limites e as regras no âmbito familiar. Apontou, também, a diversidade de motivações para crianças e adolescentes iniciarem o uso de bebidas alcoólicas, dentre elas o estímulo dentro de casa, a aceitação por um grupo de amigos, a curiosidade, abusos físicos e emocionais, entre outros.

 

Os profissionais da Sejus também orientaram sobre as possibilidades de encaminhamento de pessoas que têm dificuldade de controlar o vício às comunidades terapêuticas no Distrito Federal e RIDE. E, ainda, informaram sobre os grupos de mútua ajuda em busca de soluções para esse caminho que abrange escolas, seus arredores, as famílias e a comunidade.

 

Para o subsecretário de Enfrentamento às Drogas da Sejus, Rodrigo Barbosa, “é preciso investir em técnicas de linguagem para que a comunicação seja eficiente no enfrentamento às drogas. A Educação de Jovens e Adultos é uma modalidade da educação básica que também merece nossa atenção”, disse.