Governo do Distrito Federal
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11/10/19 às 16h09 - Atualizado em 11/10/19 às 16h45

Campanha contra exploração infantil no tráfico de drogas contempla 700 estudantes no Varjão e na Fercal

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Por desempenhar um papel fundamental na formação das crianças e dos adolescentes, a escola foi escolhida como um lugar importante para realizar a campanha contra a exploração infantil no tráfico de droga. Nesta sexta-feira (11), uma equipe da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus) visitou 300 alunos do Centro de Ensino Fundamental 01 do Varjão e 400 alunos do Centro Educacional Fercal para falar sobre as situações de riscos relacionadas ao uso de drogas.

 

No total, a ação executada pela Subsecretaria de Enfrentamento às Drogas atendeu, nessas primeiras semanas de outubro, 1.420 crianças e adolescentes nas escolas do Sol Nascente, São Sebastião, Varjão e Fercal. A Secretaria de Educação é parceira da iniciativa. As crianças ouviram orientações sobre não aceitar comidas e doces de pessoas desconhecidas, não andar com estranhos, não se afastar da família e não entregar objetos sem saber do que se tratam. O teatro da Turminha ser Criança abordou a temática de maneira descontraída e didática, com música e dança. O Projeto RAPensando levou música, dança e cultura Hip Hop para a Fercal.

 

A campanha integra o Programa Drogas: Prevenção e Ação, da Sejus, que tem o objetivo de prevenir o uso indevido de substâncias psicoativas nas escolas e na comunidade desde a infância. A iniciativa nas escolas faz parte da programação especial do mês das crianças, celebrado em outubro. No entanto, segundo o subsecretário de Enfrentamento às Drogas da Sejus, Rodrigo Barbosa, o trabalho de conscientização nas escolas seguirá até o encerramento do ano letivo. “A área da educação é um meio de prevenir o uso indevido de drogas desde a infância. É importante a escola ensinar para que eles possam transmitir o conhecimento em casa para a família. Muitas vezes no próprio contexto familiar existem problemas com drogas”, explicou.

 

Representando a Secretaria de Educação, Janaína Almeida, contou que a Sejus é uma parceira importante. “É preciso fazer a prevenção nas escolas e levar ao maior número de estudantes possíveis informações sobre a temática. Outro caminho é capacitar os professores e orientadores educacionais”, concluiu.

 

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