Governo do Distrito Federal
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22/02/19 às 18h09 - Atualizado em 26/02/19 às 17h34

DF adere ao Pacto Nacional de Enfrentamento a Violência LGBTfóbica

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Durante cerimônia em homenagem às pessoas trans, realizada no Palácio do Buriti, o secretário de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), Gustavo Rocha, assinou, nesta sexta-feira (22), o termo de adesão ao Pacto Nacional de Enfrentamento à Violência LGBTfóbica. O documento também foi assinado pelo vice-governador do DF, Paco Britto, e pelo secretário adjunto da Secretaria Nacional de Proteção Global do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Alexandre Magno.

 

Com a adesão, o Governo do Distrito Federal assume o compromisso de colaborar com a implementação e fortalecimento de ações voltadas para esta população. A implementação desta iniciativa será coordenada pela Subsecretaria de Direitos Humanos da Sejus-DF.

 

“Assumimos o compromisso com a população LGBT. Não podemos permitir que a situação de violência contra essas pessoas continue”, afirmou Gustavo Rocha. Segundo a coordenadora de Diversidade LGBT da Subsecretaria de Direitos Humanos da Sejus, Paula Benett, a adesão ao pacto possibilitará a integração das ações de promoção e defesa dos direitos da população LGBT.

 

“Temos que trabalhar em conjunto e unindo forças e todas as vozes em torno de uma sociedade mais justa, inclusiva e igualitária. As pessoas trans querem o direito de ir e vir, de sorrir, de amar, de sonhar e de ser feliz. Ninguém pode tirar de uma pessoa trans o direito a uma vida digna e com igualdade de oportunidades”, defendeu Benett.

 

A iniciativa será realizada em conjunto com várias entidades e organizações do poder público e da sociedade civil, além de organismos internacionais e, principalmente, o movimento social trans do DF. O Pacto Nacional de Enfretamento à Violência LGBTFóbica é uma proposta do Governo Federal para articular e integrar ações desenvolvidas em todas as unidades da federação.

 

“Queremos combater qualquer forma de preconceito e discriminação. A nossa prioridade é com as vítimas e as pessoas mais vulneráveis”, explicou o secretário adjunto da Secretaria Nacional de Proteção Global do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Alexandre Magno.

 

Para o presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos (CDH) da Câmara Legislativa do DF, deputado Fábio Felix, a adesão ao pacto mostra que o Governo do DF dará “prioridade a este tema e está aberto ao diálogo com a sociedade civil”.