Governo do Distrito Federal
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28/06/19 às 10h12 - Atualizado em 28/06/19 às 10h12

Dia Internacional do Orgulho LGBT: respeito e valorização da diversidade

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Nesta sexta-feira, 28 junho, é celebrado o Dia Internacional do Orgulho LGBT. A data é mais um momento de conscientização sobre a importância do respeito a cada grupo da comunidade: lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT). A Secretaria de Justiça e Cidadania do DF (Sejus/DF) entende que é dever do Estado garantir que essa população seja respeitada, protegida e amparada.

 

Por meio da Subsecretaria de Direitos Humanos e Igualdade Racial (SDHIR) já foram realizadas diversas iniciativas da Sejus voltadas à inclusão e ao respeito desta comunidade, como ações afirmativas de combate à LGBTfobia, palestras nas escolas, capacitação de servidoras e servidores e adesão ao Pacto Nacional de Combate à LGBTfobia, assinado pelo secretário Gustavo Rocha.

 

A Sejus reconhece como vitória importante desta comunidade, a decisão recente do Supremo Tribunal Federal (STF) que criminalizou a HomoTransfobia, igualando-a ao crime de racismo.

 

Para o Subsecretário de Direitos Humanos e Igualdade Racial, Juvenal Araújo, essa data “inspira as pessoas a nunca desistirem de lutar e de ter esperança por dias melhores, almejando uma sociedade mais justa, igualitária e sem nenhuma forma de violência e preconceito”, disse.
Já a Coordenadora de Diversidade da Sejus, Paula Benett, completa que a data serve também para homenagear “as pessoas que lutaram e ainda lutam pelo direito de ser, amar e de existir”.

 

Dia 28 de junho

 

A data é um marco simbólico que faz alusão ao episódio conhecido como Stonewall, nome de um bar frequentado por grupos da comunidade lésbica, gay, bissexual, travesti e transexual (LGBT) de Nova Iorque e que, na noite de 28 de junho de 1969, teve seus frequentadores presos pela polícia, resultando pela primeira vez em vários dias de protestos pela cidade norte-americana.

 

Diante do fato, foi gerado um sentido comum de orgulho e, após 50 anos, o ódio, a aversão, a discriminação e o preconceito continuam presentes contra estas pessoas, deixando-as em situação de vulnerabilidade social e à mercê da violência.