Governo do Distrito Federal
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25/11/19 às 15h16 - Atualizado em 25/11/19 às 15h18

Evento para profissionais de escolas públicas debate avanços e desafios na prevenção e atendimento às mulheres vítimas de violência no DF

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A Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus) realizará nesta terça-feira, dia 26 de novembro, a Roda de Diálogo: “Avanços e desafios da política de prevenção, enfrentamento e atendimento às mulheres vítimas de violência no Distrito Federal e a importância da perspectiva educacional da Lei Maria da Penha”. O evento é voltado para profissionais de escolas públicas do DF e representantes de órgãos que integram o sistema de garantia de direitos. O debate acontecerá das 9h às 13h, no auditório da Administração Regional de Taguatinga, localizada na Praça do Relógio.

 

A atividade será realizada em alusão à Lei Distrital nº 6.325, de 10 de julho de 2019, que institui a “Semana Maria da Penha” nas unidades de educação do DF, a qual representa um importante marco para a promoção do diálogo quanto às diretrizes educacionais previstas na lei.

 

A Roda de diálogo contará com a participação de representante da Sejus, da Secretaria de Educação do DF, da Defensoria Pública do DF, do Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher de Taguatinga, do Juizado de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher do Núcleo Bandeirante e com o depoimento de uma mulher, atendida pelo Programa Pró-Vítima, que superou o contexto de violação e rompeu com o ciclo de violência.

 

O objetivo da atividade é aprofundar o diálogo quanto aos avanços e desafios da política de atenção às mulheres inseridas em contexto de violência no âmbito do Distrito Federal, sobretudo a relevância do aspecto educacional da referida lei para ampliar os espaços de debate e de conscientização da comunidade escolar, quanto à importância de saber identificar situações de violações, bem como as formas de romper o ciclo da violência.

 

Maria da Penha – A lei estabelece que é dever do Estado criar mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra às mulheres e que todas elas, independentemente de classe, raça, etnia, orientação sexual, renda, cultura, nível educacional, idade e religião devem gozar dos direitos fundamentais previstos e de “oportunidades e facilidades para viver sem violência”. Treze anos após ser sancionada, houve um amadurecimento importante por parte da sociedade, Poder Público e Sistema de Justiça, quanto à consciência e diagnóstico desse tipo de violência.