Governo do Distrito Federal
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1/10/19 às 18h28 - Atualizado em 1/10/19 às 18h29

Mês da criança: Sejus promove ação de prevenção ao uso de drogas nas escolas

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A Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus) iniciou o mês da criança com uma programação especial de enfretamento e prevenção ao uso de drogas nas escolas. Nesta segunda-feira, dia 1°, foi realizada uma atividade do Projeto Jiu-Jitsu contra as Drogas com a participação de 70 crianças de 8 e 9 anos de idade da Escola Classe 68 de Ceilândia. A ação é um desdobramento do Programa Drogas: Prevenção e Ação, da Sejus, que visa prevenir o uso indevido de substâncias psicoativas nas escolas e na comunidade desde a infância.

 

“O governo, a família e a sociedade de modo geral precisam unir esforços para manter as crianças e adolescentes longe do tráfico de drogas e do uso dessas substâncias. É um dever de todos colocar nossos meninos e meninas a salvo de toda forma de negligência, exploração e violência”, acrescentou o secretário de Justiça e Cidadania, Gustavo Rocha.

 

De maneira lúdica, as crianças se reuniram com profissionais da Subsecretaria de Enfrentamento às Drogas para um bate-papo sobre situações de risco, entre elas: conversar com pessoas desconhecidas, aceitar comida e bebida de estranhos e ir a lugares desconhecidos. Em seguida, os alunos receberam orientações sobre os malefícios que algumas substâncias causam no organismo e que podem, inclusive, prejudicar o convívio com familiares e amigos, além de reduzir a produtividade na escola e na prática de esportes. Após uma conversa descontraída, o professor voluntário Tio Marlon ensinou alguns movimentos do jiu-jitsu e todos se divertiram com a dinâmica na escola.

 

Segundo o subsecretário de Enfrentamento às Drogas da Sejus, Rodrigo Barbosa, o objetivo desta ação é enfrentar a exploração infantil no tráfico de drogas. “É preciso prevenir o uso indevido de drogas desde a infância. Além disso, não podemos permitir que nossas crianças sejam tratadas como soldados do tráfico de drogas. Menores no narcotráfico é uma forma de exploração infantil”, disse.