Governo do Distrito Federal
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10/03/20 às 17h48 - Atualizado em 10/03/20 às 17h50

Sacerdotisas se reúnem para trocar vivências e valorizar religiosidade de matriz africana

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Com o objetivo de promover a valorização e o reconhecimento das riquezas da sabedoria feminina da umbanda e do candomblé, a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus), apoiou atividade que reuniu diversas sacerdotisas para compartilhar experiências, vivências e conhecimentos no Dia Internacional da Mulher, domingo, 8 de março. A ação promoveu uma interação com mulheres das religiões de matriz africana e de outras expressões religiosas presentes.

 

A ideia é que, a partir da sabedoria dos povos tradicionais, da voz de suas guardiãs, matriarcas, que mantêm vivas as culturas de terreiro, se construa espaços de aprendizado e resistência da religiosidade. A iniciativa deu-se com a participação da Coordenação de Proteção e Promoção da Liberdade Religiosa da Sejus e do Comitê Distrital de Diversidade Religiosa (CDDR) que contribuíram e apoiaram atividade do Instituto Rosa dos Ventos/Ilê Axé Oyá Bagan/Circuito Candango de Culturas Populares. Ainda, contou com a participação da Secretaria de Cultura, para marcar o Dia Internacional da Mulher.

 

A ação contribui com o fomento ao reconhecimento da diversidade religiosa, em especial de segmentos que mais são vitimados por violências e preconceitos buscando, ainda, compartilhar saberes em homenagem a todas as mulheres de terreiro e ancestrais.

 

Participaram as seguintes sacerdotisas: Mãe Ciça, Mãe Baiana, Mãe Darilene, Mãe Carla, Mãe Francly e Mãe Leila. O evento ocorreu no Templo Ilê Axé Oyá Bagan.

 

Reunião – Na manhã desta terça-feira (10), representantes da Subsecretaria de Políticas de Direitos Humanos e de Igualdade Racial da Sejus receberam o artista plástico Josafá Neves. A pauta do encontro foi a construção de uma proposta de revitalização da Praça dos Oxirás localizada na Prainha do Lago Paranoá.

 

A ideia é trabalhar a valorização desse espaço que foi transformado em Patrimônio Cultural Imaterial do DF em 2018, dando uma maior visibilidade para as religiões de matriz africana e aos povos de terreiro.