Governo do Distrito Federal
Governo do Distrito Federal
23/02/20 às 18h49 - Atualizado em 4/03/20 às 15h19

Sejus atua no Carnaval para conscientizar sobre uso de drogas, contra a violência e a favor dos direitos humanos

COMPARTILHAR

 

Com o objetivo de incentivar um Carnaval longe das drogas, sem preconceito, sem violência e seguro para as crianças, a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus) participou de várias ações neste final de semana. Ações educativas ocorreram no bloco Baratinha, neste domingo (23), no Parque da Cidade, reunindo parceiros em iniciativas conjuntas. A temática do bloco este ano foi “A Criança Longe das Drogas”.

 

Durante o bloco, os foliões foram conscientizados sobre os riscos do uso e abuso de álcool e outras drogas (lícitas e ilícitas) no Carnaval, bem como sobre a rede de proteção disponível no DF em caso de violência e violação de direitos, como o Pró-Vítima, que faz atendimento psicossocial às vítimas de violência e também a seus familiares. A ação foi coordenada pelas subsecretarias de Enfrentamento às Drogas e de Apoio a Vítimas de Violência.

 

Para segurança dos pequenos foliões e, também, facilitar a vida das famílias aumentando a proteção à criançada, adesivos para identificação de crianças foram distribuídos durante o bloco pela Subsecretaria de Políticas para Crianças e Adolescentes da Sejus. Representantes dos conselhos tutelares também participaram. Além dessas iniciativas, a Sejus, em conjunto com o Ministério Público do Trabalho (MPT) e o Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), realizou ação de sensibilização sobre a importância de denunciar a prática de exploração do trabalho infantil no carnaval.

 

Carnaval sem preconceito – No sábado (22), a Subsecretaria de Política de Direitos Humanos e de Igualdade Racial, da Sejus, conscientizou as pessoas a aproveitarem a folia sem preconceito com a campanha Unidos da Diversidade – Carnaval Sem Preconceito, Sem Racismo e Sem LGBTfobia.

 

A campanha é parceria com a Polícia Civil do DF, por intermédio da Delegacia Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa, por Orientação Sexual, contra a Pessoa Idosa ou com Deficiência (Decrin); o Núcleo de Direitos Humanos do Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios (MPDFT); e a Comissão de Defesa dos Direitos Humanos, Cidadania, Ética e Decoro Parlamentar da Câmara Legislativa do DF.

 

Os materiais de campanha divulgam também os canais de denúncia: 197 da PCDF; Disque 100; Ouvidoria 162 do GDF; e Disque 127 da Ouvidoria do MPDFT.

 

 

Confira as fotos no FLICKR