Governo do Distrito Federal
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18/08/20 às 14h07 - Atualizado em 18/08/20 às 14h07

Sejus leva máscaras, alimentos e cursos para comunidades tradicionais do DF

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Para diminuir os impactos do novo coronavírus nas Comunidades Tradicionais, e garantir os direitos de indígenas e ciganos que vivem no DF, a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus) elabora políticas públicas para atender esses povos. Desde março, início da pandemia de Covid-19, a Secretaria entregou máscaras e alimentos, a fim de promover o isolamento social. Além de criar ações de valorização à sua identidade, a pasta também oferece cursos de capacitação, palestras e demais eventos por meio da Subsecretaria de Direitos Humanos e de Igualdade Racial (Subdhir).

 

“A nossa missão é dar visibilidade para as comunidades tradicionais do DF, assim como entender as suas principais demandas e garantir os direitos humanos para indígenas e ciganos, povos que representam uma riqueza imensurável ao nosso País”, afirma a secretária da pasta, Marcela Passamani.

 

De acordo com a Sejus, o Distrito Federal possui comunidade de ciganos, com estimativa em mais de 3 mil pessoas que se reconhecem pertencentes a este povo, e também de indígenas, pelo menos 150 deles vivem na área conhecida como Fazenda Bananal e no Santuário dos Pajés, localizado no Noroeste.

 

Segundo o último Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o DF tem 6.128 indígenas. A maior parte (97%) está concentrada em área urbana. Do total, as três regiões administrativas com maior índice são Ceilândia (13%), Planaltina (8,6%) e Samambaia (8,5%).

 

Em relação à comunidade cigana, esta é representada, em sua maioria, pela etnia calon, a mais numerosa do País. O grupo chegou à capital federal por volta de 1974 e hoje reúne 74 pessoas, a maioria com laços familiares, que até meados de 2014 levavam uma vida nômade, características dos ciganos.