Governo do Distrito Federal
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23/12/21 às 15h02 - Atualizado em 23/12/21 às 15h02

Brasília Iluminada gera oportunidades para reeducandos e vítimas de violência

O evento abriu espaço para a exposição e venda de artesanato da Feria de Talentos e de produtos confeccionados em oficinas da Funap e do socioeducativo

 

 

Após a inauguração da segunda edição do projeto Brasília Iluminada, o clima de Natal tomou conta da cidade. Além dos mais de 400 mil metros quadrados de decoração e das atrações culturais, a iniciativa do Governo do Distrito Federal (GDF) também fortalece ações sociais.

 

O evento abriu espaço para a Feira de Talentos, projeto da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus), que estimula o empreendedorismo e a independência financeira de mulheres atendidas pelo Pró-Vítima, programa desenvolvido pela pasta para o acolhimento social e psicológico de vítimas de violência. No total, elas terão acesso a estandes localizados no Presépio Digital montado próximo à igreja Rainha da Paz. No local, as expositoras poderão comercializar seus produtos, como artesanato e bijuterias.

 

A festa de Natal trouxe ainda oportunidades para ressocialização. Os reeducandos da Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (FUNAP) também ganharam um estande especial para expor os produtos confeccionados nas oficinas profissionalizantes realizadas nas unidades prisionais. E se bater a vontade de comer algo bem gostoso e com a cara do Natal, é só passar no espaço ao lado para comprar os panetones enviados pelos socioeducandos que participam das oficinas de panificação nas unidades de internação.

 

Os expositores permanecerão no local até 20 de janeiro, último dia do projeto Brasília Iluminada. “A família brasiliense ganhou uma festa linda, que mostra o compromisso do GDF com os moradores do Distrito Federal, mas também com os públicos vulneráveis” explica a secretária da Sejus, Marcela Passamani. “Os espaços de exposição vão contribuir para a geração de renda de mulheres que estão superando situações de violência e para a valorização do trabalho feito por reeducandos e adolescentes do socioeducativo”, completa Passamani.