Notícia Aberta
Mulheres em restrição de liberdade recebem ação cidadã
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Sejus promove atividade alusiva ao mês das mães na Penitenciária Feminina do DF
Da Redação – Ascom Sejus/DF
A Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) promoveu ação conjunta alusiva ao mês das mães na Penitenciária Feminina do Distrito Federal. Ao todo, 133 mulheres da ala de trabalhadoras e estudantes participaram de serviços de saúde, beleza e bem-estar. A iniciativa visa a promoção da cidadania para essas pessoas em restrição de liberdade.
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Ação conjunta entre Sejus-DF, Seape-DF e Cdpddh alusiva ao mês das mães. | Foto: Divulgação – Ascom -Sejus/DF
- O evento foi realizado em parceria com a Secretaria de Administração Penitenciária do DF (Seape-DF) e o Conselho Distrital de Promoção e Defesa de Direitos Humanos (Cdpddh). No caso da Sejus, a iniciativa foi desenvolvida por meio da Subsecretaria de Políticas de Direitos Humanos e de Igualdade Racial (Subdhir), e contou com a participação de servidores dos dois órgãos, da Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap) e de voluntários vinculados ao Programa Voluntariado em Ação, da Secretaria de Justiça.
Para a secretária de Justiça e Cidadania do Distrito Federal, Marcela Passamani, ações dessa natureza são sempre propostas com o objetivo de promover cidadania. “Que as mulheres privadas de liberdade tenham os seus direitos não apenas garantidos, mas implementados e fortalecidos”, explica a titular da pasta.
Cidadania
A Secretaria de Justiça e Cidadania tem como premissa promover o pleno exercício da cidadania e da defesa dos direitos inalienáveis da pessoa humana. Dessa forma, por meio da Subdhir planeja, elabora e executa políticas públicas de promoção e defesa dos direitos humanos e de igualdade racial no Distrito Federal.
Cabe ao Cdpddh, dentre outras competências, o encaminhamento de denúncias que retirem direitos individuais e coletivos assegurados na Constituição Federal e na Lei Orgânica do Distrito Federal às autoridades competentes.
A subsecretária de Políticas de Direitos Humanos e de Igualdade Racial, Sueli Vieira, explica que o perfil das mulheres presas no Brasil – em sua maioria – são jovens, mães, provedoras do lar, com baixa escolaridade, negras e em situação de vulnerabilidade social. “Torna-se imprescindível ações como a desenvolvida na Penitenciária Feminina do DF, com vistas a valorizar e visibilizar as mulheres deste segmento”, afirma.